Quando trocar de colchão: sinais de que chegou a hora | Ortobom T-7 Goiânia

Quando trocar de colchão

Não há um prazo que valha para todos os colchões. Mas existem sinais, e uma estimativa de especialistas, que ajudam a decidir.

O que dizem os especialistas sobre o prazo

A Sleep Foundation cita uma diretriz geral de 6 a 8 anos, em condições normais, e deixa claro que não é uma regra única. Em outro texto, fala em 6 a 10 anos e recomenda trocar antes se o afundamento for excessivo. O mais importante, segundo a entidade, é trocar quando o colchão deixa de ajudar você a dormir bem.

Sinais de que pode ser hora

  • afundamento ou danos visíveis no colchão;
  • molas barulhentas, em colchões de molas mais antigos;
  • rigidez ou dor muscular ou articular ao acordar;
  • aumento de alergias ou de crises de asma;
  • dormir melhor em hotel ou na casa de outras pessoas do que na sua cama.

Esses sinais são listados pela Sleep Foundation. Nenhum deles, sozinho, é diagnóstico: se você acorda com dor com frequência, vale também conversar com um médico.

Por que o colchão afunda

O afundamento vem do desgaste normal de uso. As espumas amolecem com a pressão do corpo e as molas perdem tensão, principalmente nas áreas do quadril e dos ombros (Sleep Foundation).

Garantia não é o mesmo que vida útil

A garantia Ortobom é um prazo contratual, e varia por linha. Não é uma promessa de quanto tempo o colchão dura. Pelas fichas da T-7, por exemplo, os modelos de molas da Linha Ouro têm 5 anos de garantia nas molas e 3 anos na espuma, e os de molas da Pró Saúde, 3 e 2 anos. Outras linhas têm prazos diferentes, que variam por modelo. Confirme sempre o prazo do seu modelo com o consultor.

Nas páginas oficiais da Ortobom que consultamos, não encontramos uma recomendação de tempo de troca do colchão. Por isso, o prazo acima vem da Sleep Foundation.

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